Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Momento musical...

Recordando o passado, aqui fica uma música dos Cranberries. Free to decide (Livre para decidir), um tema muito apropriado para estes dias. Excelente.

 

melodia: Free to decide - Cranberries
publicado por LadyArwen às 13:29

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A comédia nas Eleições Legislativas

Em vésperas de Eleições Legislativas, voltaram os Gato Fedorento para animar o clima por vezes cinzento da campanha eleitoral. Abaixo, deixo um vídeo que, para mim, condensa uma das melhores partes do programa "Esmiuça os Sufrágios". Do melhor mesmo. Desde a "ajudinha" do Cavaco ao PS, passando pela "grande inteligência" de Paulo Portas, até chegar à "pseudo-descontração" de diversos partidos. E ainda dando um toquezinho nas "profundas" análises políticas feitas por comentadores (muito in nesta altura, eis uma profissão de futuro lolol). Gostei especialmente da parte "a política não é um baile". Mostra que há quem faça toda a diferença :)!

 

E vamos lá ver se consigo escrever isto: Sócrates caracteriza-se por prometer o que depois não faz, não faz o que promete e, em campanha eleitoral, volta a prometer fazer o que não fez, contando que as pessoas se esqueçam do que ele não fez e acreditam que da próxima fará. HÃAAA?! Perante tamanha "interligência" implícita nesta frase, sinto-me como se tivesse "miolos de ostra"...

 

sinto-me:
melodia: I'm too sexy - Right Said Fred
publicado por LadyArwen às 11:10

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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Momento musical...

...dedicado ao nosso Sol adormecido (ver post anterior). A música é "Sleeping Sun" dos míticos Nightwish.

 

sinto-me:
melodia: Sleeping sun - Nightwish
publicado por LadyArwen às 11:44

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A calmaria do Sol: bonança antes da tempestade?

 

O Sol atravessa um inquietante período de acalmia. Há perto de três anos que poucas manchas e raras erupções solares surgem na superfície desta estrela imprevisível. Só no início do mês passado é que o Sol parece ter despertado com umas escassas e pequenas manchas, mas foi, literalmente, "sol de pouca dura".

O Sol apresenta ciclos de actividade de 11 anos (em média), e parece que um novo ciclo solar poderá estar a começar. No entanto, este mínimo solar está a durar mais tempo do que o previsto inicialmente. Seja como for, o mínimo mais prolongado de que se tem registo é o Mínimo de Maunder (1645-1715), que durou 70 anos. Provou-se existir uma relação entre a actividade do Sol e o clima da Terra, pois esse período coincidiu com uma Pequena Idade do Gelo, com Invernos extraordinariamente duros no Hemisfério Norte, sobretudo na Europa. Os cientistas ainda não compreendem o que motivou o Mínimo de Maunder ou exactamente como influenciou o clima da Terra. Há o receio de que o mesmo possa estar a acontecer.

O próprio vento solar nunca esteve tão fraco como agora, desde que a sua intensidade começou a ser observada, há 50 anos (aproximadamente). Baixou 20% desde meados da década de 90. O vento solar é responsável por criar a heliosfera, que envolve e protege todo o Sistema Solar dos raios cósmicos de alta energia provenientes do restante Universo. A redução da sua intensidade leva a que a heliosfera encolha e fique mais fina, facilitando a passagem dos raios cósmicos. Isto aumenta o risco das missões espaciais, ficando os astronautas mais expostos a radiações nocivas, fora da protecção da Terra.

 

O curioso é que ninguém sabe o que é que vai acontecer no Sol. Existem diversas previsões contraditórias. Uns dizem que este mínimo poderá se prolongar durante muito mais tempo e levar a uma Pequena Idade do Gelo. Outros sugerem que esta é a "bonança antes da tempestade", e que quanto mais prolongado e profundo for o mínimo solar, mais forte será o seu máximo - previsto agora para 2013 (e não 2012).

 

Se o mínimo solar tem consequências curiosas e ainda, em grande parte, desconhecidas para a Terra, o máximo solar é mais perigoso. Durante o período de actividade mais intensa do Sol, podem ocorrer violentas explosões na superfície solar e ejecções de massa coronal (CME). Se vierem em direcção à Terra, temos pouco tempo para reagir - de horas a dias. Estas explosões poderão afectar e mesmo destruir (dependendo da sua intensidade) toda a nossa rede de telecomunicações e electricidade. Isto lançaria o caos um pouco por todo o globo e poderíamos ficar durante anos sem energia eléctrica. Nem preciso de me alongar muito para vermos as profundas implicações que este evento teria na economia mundial. Seríamos forçados a mudar o nosso estilo de vida por completo... para sobreviver. Voltaríamos ao passado.

 

A magnetosfera protege-nos em grande parte destas tempestades solares, mas o curioso é que em 2003 descobriram-se grandes buracos neste escudo protector da Terra. Alguns cientistas pensam que se formos bombardeados com intensa radiação cósmica e solar, e se a Terra tiver a magnetosfera fragilizada, para além das consequências acima descritas, também poderíamos sofrer mutações no nosso DNA - nós e todos os outros seres vivos. Bom, aguardemos pelo futuro. Afinal, talvez aconteça alguma coisa em meados de 2012...

 

sinto-me:
melodia: Sleeping sun - Nightwish
publicado por LadyArwen às 11:03

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

O número 9 e a data 9/09/2009

 

 

Neste mês de Setembro, surge uma data curiosa: 9/09/2009. Nos anos anteriores, tivemos 1/01/2001, 2/02/2002, 3/03/2003, 4/04/2004, 5/05/2005, 6/06/2006, 7/07/2007, e 8/08/2008. No próximo ano, teremos 10/10/2010, a seguir 11/11/2011 e finalmente 12/12/2012 (é curioso terminar justamente em Dezembro de 2012...hummm...) Estas podem ser simples datas, como quaisquer outras. Mas para algumas pessoas, são datas com grande significado espiritual.

 

Sem dúvidas que o número 9 é especial. É o produto de 3x3 e três é o número que representa o equilíbrio entre a mente, o corpo e o espírito. Segundo a Ciência, existem 9 planetas no nosso sistema solar (embora queiram excluir o nosso amigo Plutão da contagem lol). Uma mulher demora 9 meses para dar à luz um filho. Segundo a História, o número 9 era sagrado no Egipto e na Grécia. Na Religião, a hierarquia angélica tem 9 degraus. Os Budistas vêem o céu dividido em 9 níveis espirituais. No Islão, existem 9 esferas no Universo. Nove é um número de equilíbrio, perfeição e ordem na numerologia, onde também pode significar o fim ou o recomeço de um ciclo. Olhando para a Matemática, 9 é o último número da série dos algarismos.

 

Se somarmos os algarismos, reduzimos esta data para o número 11 (9+9+2+9=29; 2+9=11). E onze é aquele número que ando a ver "a mais" ultimamente lol... Curioso, neh? Bom, se tudo isto é verdade, e enquanto não chegamos ao famoso ano de 2012, porque não reservar algum tempo para, no dia 9 de Setembro de 2009, meditar e se ligar ao poder deste número tão especial? Como estarei de férias vou fazê-lo, especialmente bem espojada, à beira duma piscina hehehehe... Sim, porque eu mereço! lol

 

sinto-me:
melodia: Nothing else matters - Metallica
publicado por LadyArwen às 15:44

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Sábado, 29 de Agosto de 2009

E se a Carolina Patrocínio comesse tabaibos?

Pois é... Pobre empregada (Vejam o Movimento de Apoio à Empregada de Carolina Patrocínio no Facebook)! Já viram o que era tirar TODOS os caroços dos tabaibos, após descascados?... Meu Deus (e eu não sou católica).




Para quem não sabe o que são tabaibeiras, que dão tabaibos como frutos, aqui vai um resumo. É um arbusto que dura muitos anos e atinge pouco mais que 1,5 m de altura. É espinhoso, suculento e produz um fruto comestível chamado tabaibo que tem uma coloração verde/amarelada. O tronco verde é composto por caules mais ou menos ovais e espalmados. As flores alaranjadas, crescem no sentido ascendente, são semelhantes a um copo e têm cerca de 6 cm. A Tabaibeira – Opuntia tuna – também conhecida como Figueira-da-índia, é uma espécie que se adapta bem a locais secos, nomeadamente os picos a Sul da Ilha da Madeira, mas que precisa de água para que os seus frutos se desenvolvam. Originária da Jamaica, produz um dos frutos mais procurados no Verão na Madeira, visto que são muito suculentos e refrescantes, sendo o seu sabor realçado depois de uma “breve” passagem pelo frigorífico. A sua época de floração vai desde Maio a Setembro. NOTA: Os frutos são quase completamente constituídos por "caroços" bastante comestíveis, por sinal.

 

Vejam abaixo a brilhante prestação da mandatária da juventude do partido do Governo. É assim que os jovens do PS querem ser quando forem grandes?... A rapariga já me irritava profundamente, e sem nenhuma razão aparente. Agora está explicado. Era o meu sexto sentido a funcionar. É que para além de escravizar a empregada, prefere fazer batota a perder e não gosta nada nada de passar despercebida... Meu Deus (sim, disse outra vez).

 

 

sinto-me:
melodia: Stupid Girl - Garbage
publicado por LadyArwen às 16:26

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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

11:11

 

De há algumas semanas para cá, todos os dias vejo, sem mais nem menos, a hora 11:11. Estou muito tempo sem ver que horas são, mas basta-me olhar para o telemóvel ou para o relógio do computador e pronto, marca essa hora. Por vezes, o mesmo acontece às 22:22.

 

Comecei a me questionar porque raio é que estaria sempre a ver esses números. É que torna-se tão frequente que desafia qualquer probabilidade estatística. Decidi fazer uma pesquisa e encontrei algumas possíveis explicações.

 

Pelos vistos, esta experiência de sincronia está a ser compartilhada por milhares de pessoas no planeta neste período de transição pelo qual estamos a passar. E basta olhar à nossa volta para ver que as coisas estão a mudar a um ritmo cada vez mais rápido e intenso.

Segundo li, quando experienciamos muitos 11:11 num certo momento, tal como ver estes números num relógio digital, num endereço, ou até numa matrícula de automóvel à nossa frente, estes números são os portais ou pilares que nos permitem aceder a uma vibração superior que nos ajuda a evoluir. Também podem ser um sinal de que estamos no caminho certo, seja lá do que for...

11:11 é, supostamente, uma sequência numérica de activação que simboliza o despertar espiritual do ser humano e o enfrentar as mudanças relacionadas com o assumir de novas posturas individuais que ajudam a escolher uma postura de unidade com os nossos semelhantes em detrimento do ego. A chave 11:11 enfrenta o nosso ego contra nós mesmos, envolve mudanças a nível emocional, compreensão espiritual e, finalmente, solidariedade, irmandade, transcendência e, principalmente, ascensão.
 

O portal 11:11 contém uma mensagem explícita relacionada com uma série de acontecimentos e protagonistas que estão destinados a mudar a consciência dos habitantes do planeta Terra. O propósito destas mudanças não é outro senão: que a humanidade cresça e evolua a um nível superior de consciência para que todos tenhamos direito a um mundo melhor em todos os aspectos. O 11, portanto, é o número mestre que simboliza a maestria e o crescimento espiritual de toda a Humanidade.

Quando olhamos o relógio e vemos que são 11:11, é o nosso próprio progresso espiritual que torna possível essa manifestação, que simplesmente nos liga a outras realidades intra-dimensionais. Em síntese, é nosso próprio Ser Superior que nos diz: "Detenha-se e olhe o relógio porque chegou a altura de avançar e evoluir".


Curiosamente, isto coincidiu com uma fase de mudança pessoal. E também numa fase de auto-questionamento de várias áreas da minha vida. Tornei-me até (e ainda) mais filosófica...


Fica ao vosso critério. Será mera coincidência? Já vos aconteceu? Será um sinal de mudança, de evolução? Será um sinal para despertar?... Seja lá o que for, é muito curioso. E seja lá como for, só sei que não me vou acomodar e irei sempre lutar por aquilo que quero e no que acredito. No matter what.

sinto-me:
melodia: Sleepsong - Secret Garden
publicado por LadyArwen às 16:57

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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Earth song

Nunca fui propriamente fã do Michael Jackson (R.I.P.), mas há uma música/vídeo que me marcou pela forte mensagem que transmite. Fica aqui o vídeo.

 

sinto-me:
melodia: Earth song - Michael Jackson
publicado por LadyArwen às 14:45

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O mar fala de ti

Simplesmente mágica...

 

sinto-me:
melodia: O mar fala de ti - Mafalda Arnauth
publicado por LadyArwen às 14:17

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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Eles falam falam...

 

Um clássico, dedicado à maioria dos políticos e políticas por eles postas em prática neste "maravilhoso" País à beira-mar plantado...

 

sinto-me:
publicado por LadyArwen às 16:45

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Cor(es) da Aura

 

Alguém perguntou como saber as cores da aura? Bem, encontrei um teste, no seguinte link http://www.auracolors.com/personal-quiz-auracolors.html. Não sei, tal como acontece no teste de índigo, se os resultados são fiáveis.

 

NOTA: O site está integralmente em inglês. Depois de fazer o teste, temos acesso a detalhes pormenorizados das cores da aura.

 

Acabei de fazer (pela segunda vez) o teste e obtive os seguintes resultados:

 

 

Mais uma vez, a cor índigo é (supostamente) dominante na minha aura, e tenho grande influência do violeta, cristal e azul.

 

Divirtam-se e tirem as suas próprias conclusões!

 

sinto-me:
publicado por LadyArwen às 15:38

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Momento musical...

Deixo-vos uma música duma das minhas bandas favoritas, os Nightwish (do tempo da Tarja). A versão duma das melhores músicas de sempre. Fenomenal, pelo menos para quem aprecia o género...

 

sinto-me:
melodia: The Phantom of the Opera - Nightwish
publicado por LadyArwen às 15:04

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Onde pára a Liberdade?

 

 

Após longos meses de ausência, decidi rabiscar aqui novamente e deixar-vos uma reflexão. Nem sei bem porquê este "click" para regressar. Talvez seja o meu lado "índigo" a se mexer?

 

 

 

A Liberdade. O que será mais importante? Algo que caminha junto com a felicidade. Sem ela, nunca seremos felizes por completo. De que serve a vida sem liberdade? Aquela sensação de leveza, de bem-estar, de consciência limpa... Sempre com a responsabilidade e noção de que a nossa liberdade termina onde a do outro começa.

Hoje somos todos prisioneiros. De valores que nos colocaram às costas, que carregamos por gerações. De tarefas que nos impõem diariamente. De exigências que nos fazem em todo o lado. Hoje somos prisioneiros porque vivemos dependentes de bens materiais, porque a Humanidade está alicerçada no dinheiro, porque sem dinheiro não há pão... Mas será que o dinheiro compra felicidade?

Temos que ter a coragem de cortar as amarras, deixar de viver confinados entre quatro paredes a fazer o que nos mandam fazer. Vale a pena viver uma vida em função do que os outros querem e pensam? Isso é felicidade?

Alguns, senão a maioria, prefere colocar uns óculos cor-de-rosa
e tentar superficializar o dia-a-dia. Tentar aligeirar o que, a longo prazo, torna-se num cancro que nos suga a energia e que nos rouba a realização pessoal. Mas quem se arrisca a perder tudo pela liberdade?

...Mas... o que é que possuímos hoje em dia? O que é que realmente temos, afinal de contas? Onde pára a nossa liberdade?...

Espero impacientemente por uma mudança de valores no Mundo inteiro. E sonho um dia ser dona da minha liberdade.

sinto-me:
melodia: On the turning away (Pink Floyd)
publicado por LadyArwen às 12:46

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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Rabaçal, Natal e outras escritas

Após alguns meses de ausência, decidir regressar à blogosfera.

Em parte, por culpa de mais uma ideia "genial" dos nossos ricos governantes: a construção dum teleférico no Rabaçal (em baixo), sendo o ponto de partida para a degradação de toda aquela área protegida, repleta por Laurissilva e diversas espécies endémicas, para além de ser um local verdadeiramente mágico e duma beleza estonteante.

 

 

Que crime perturbar um local tão único e belo. Um atentado ambiental a todos os níveis. Será este o próximo patamar do "desenvolvimento da Madeira" tão apregoado pelo Governo: desbravar as áreas que são património mundial e torná-las supostamente rentáveis para turista ver? É graças a comportamentos semelhantes que a Terra está como está, onde todos os dias perdem-se espécies e habitats, onde o futuro parece cada vez mais inseguro e sombrio, onde o aquecimento global é cada vez mais uma certeza de tempos perigosos para a vida na Terra.

 

Mas serão os turistas tão "burros" assim? Felizmente não. E acredito que muitos deles não regressem à Madeira tão cedo, se continuarmos a destruir de tal maneira as nossas verdadeiras riquezas... A seguir este ritmo, a Madeira, dentro de pouco tempo, passará a ser "uma ilha qualquer" e o Turismo irá sofrer um grave abalo, provocando mais desemprego e golpeando a economia regional. Como se já não bastasse a crise internacional, ainda temos quem ajude a cavar mais fundo...

 

Infelizmente, e para não variar, a esmagadora maioria dos madeirenses estão mais preocupados com o superficial e o acessório. Se calhar até acham "piada" à ideia de ir tomar um cafezinho ao Rabaçal daqui a algum tempo... Às tantas nem se importam com a construção do radar no Pico do Areeiro, e adoraram a areia de Marrocos na Calheta... Digo isto porque apenas 5800 pessoas assinaram a petição online (http://www.petitiononline.com/247132/petition.html) contra a construção do teleférico no Rabaçal (e muitas delas são estrangeiras). Por vezes é triste viver num meio tão fechado e onde tão poucas pessoas participam civicamente...

 

À boa moda madeirense, não falemos mais de "coisas tristes", em breve é Natal. E como tal deixo-vos com dois belíssimos vídeos bem natalícios (lololol). Divirtam-se e até a próxima!

 

 

publicado por LadyArwen às 21:13

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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

O pálido ponto azul - Carl Sagan

Por vezes, preocupamo-nos tanto com coisas triviais, alimentamos os nossos problemas, valorizamos coisas materiais e ridículas, e não damos qualquer valor ao que realmente interessa. Encontrei estes vídeos e achei lindíssimos. São uma verdadeira lição de humildade e fazem-nos reflectir acerca do que é a vida, do que somos nós, do que é o planeta Terra.

 

Carl Sagan deixou-nos demasiado cedo... Uma mente brilhante. Apesar de não partilhar do mesmo cepticismo em relação a determinadas coisas, devorei os seus livros e imaginei seres que possam partilhar connosco o mesmo Universo. Despertei para olhar o céu e as estrelas, sentir-me um pequeno pontinho de luz e tive a certeza de que não estamos sós... Apesar do pequeno ponto azul ser a nossa casa, a nossa única casa enquanto humanos. Enquanto seres... somos feitos de pó do Universo. Espero que gostem!

 

 

 

 

sinto-me:
melodia: Turning away - Pink Floyd
publicado por LadyArwen às 12:29

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Sábado, 12 de Janeiro de 2008

A vitimização



Algo que sempre me impressionou nesta sociedade é a tendência para a vitimização. Ou seja, a necessidade que muitas pessoas têm em se fazer de vítimas, por tudo e por nada. Por vezes, escuto conversas por aí em que indivíduos "competem", em que um insiste ter mais problemas de saúde, amorosos ou profissionais do que o outro. Mas porquê tanto negativismo?


Porque perdemos o nosso tempo a contar pormenorizadamente quais as nossas doenças, os nossos problemas, perante os problemas dos outros? Isso em vez de falarmos do que nos corre bem. Porque quando alguém, por vezes sinceramente, decide desabafar a outra pessoa insiste em dizer que os problemas de quem desabafa não são nada perante os seus? Porque é que por vezes inventamos problemas só para chamar a atenção? Porque é que tendemos a culpar os outros por tudo o que nos acontece de mal?

Desta forma, só estamos a exarcebar o negativismo, a ampliar os problemas, a perder tempo com coisas que não deviam ser ampliadas mas sim minimizadas. O curioso é que, muitas vezes, quem está verdadeiramente doente, não se faz de vítima. Quem tem a vida em risco, muitas vezes não se auto-vitima... E quando o faz, normalmente não resiste, não encontra a paz necessária para enfrentar a doença, a pobreza, a fome e, até, a morte.

Perante tanta coisa que vejo à minha volta, os meus problemas são insignificantes e não me atrevo sequer a exarcebá-los só para sobressair de alguma forma. Não me atrevo a fazer generalizações sobre alguns problemas dos outros porque, alguns deles, eu sei que são difíceis de controlar e não dependem da simples "vontade e disciplina". Não me atrevo a seguir estereotipos e apontar o dedo a quem foge da "normalidade". Não quero, porque sei que a vida é muito mais importante do que isso, porque sei que tudo o que disser, tudo o que fizer, terá repercussões futuras na minha vida.

Porque cada caso é um caso, porque quem é diabético não o é por comer "açúcar a mais". Porque quem é gordo, nem sempre o é por comer muito. Porque quem é doente, não o é por ser "reles". Porque quem está desempregado não o está por ser "vadio" ou por não ser competente (e vice-versa). Porque nem sempre quem tem cancro foi por causa "dum estilo de vida pouco saudável". Porque quem não tem companheiro(a), não é por ser "homossexual" ou "má companhia". Porque quem não segue o rebanho, não é "ovelha negra". Porque é muito fácil julgar-se o que não se conhece. Porque é muito fácil ficar por cima.

Porque a vida é muito mais complexa  e interessante do que isto. É muito mais do que estereotipos, julgamentos, vitimizações, problemas. Porque eu, tal como todos vós, já cometi muitos dos erros aqui descritos, e às vezes ainda cometo. Mas o tempo ensinou-me, e ainda ensina-me tantas coisas. A vida mudou-me, felizmente. Porque se não tivesse mudado... é porque teria estagnado na minha evolução pessoal. A vida não teria me ensinado nada. E não fiquei por aqui, ainda há muito para vir.

Por isso, cuidado com alguns comportamentos. Com julgamentos precipitados. Com definições. Com categorizações. Com auto-vitimizações. Porque, experiência própria, só traz sofrimento, mal-entendidos e problemas. E não leva a lado nenhum. Não é para isso que cá estamos.
publicado por LadyArwen às 10:28

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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Palavras soltas sobre a quadra natalícia



Durante a quadra natalícia, assisti novamente a uma azáfama fora do comum entre as pessoas.
Compras, compras e mais compras. Empurrões, assaltos, adrenalina, stress. Doces, banquetes, álcool. Convívios familiares entre pessoas que mal se conhecem e que não se encontraram durante o ano inteiro. Exibicionismo, concorrência. Pinheiros, enfeites, limpezas de fundo. Mais poluição, lixo, cansaço. Sucumbir às exigências dos mais pequenos, mesmo que não haja dinheiro suficiente, deixando que a sociedade de consumo os arrebate desde muito cedo. Manter a ilusão de que existe Pai Natal e de que é possível obter qualquer prenda. Gastar é a palavra de ordem. Engordar uma das consequências. Esquecer-se dos problemas pessoais, apenas lembrando-se de, nem que seja só no Natal, dar uma esmola a quem precisa. E tudo em nome do nascimento de Cristo (que, segundo historiadores, nem aconteceu em Dezembro)...

E rapidamente entramos num novo ano, 2008. Apenas mais um ano a começar. Os tradicionais desejos são pedidos à meia-noite, enquanto estoira nos céus da cidade mais 1 milhão de euros. Quando assistimos, um pouco por todo o mundo, ao queimar de dinheiro sob a forma de pólvora, fogo e fumo, enquanto muitos à mesma hora não têm o que comer ou beber. Para mim, que gosto de festejar após a meia-noite a entrada em cada ano novo, a magia do fogo de artifício desvaneceu-se há muito. Talvez porque tornei-me um pouco mais ciente do que se passa à minha volta.

Ao amanhecer do primeiro dia do novo ano, observo que as pessoas começam a mudar, como se acordassem lentamente duma espécie de estado hipnótico. Em algumas, pesa o cansaço da dança e o efeito do álcool em excesso. Noutras, uma certa nostalgia desta época fora do tempo, fora dos problemas, fora do trabalho. E naquelas que deixaram-se levar pelos excessos, pesa a consciência dum novo mês que começa e do dinheiro que escasseia. Outras pessoas, como eu, esperam que o novo ano traga mais luz a todos, que o caminho a trilhar não seja recheado de dificuldades e sofrimento, que todos os que nos são queridos estejam bem, que o mundo melhore e as consciências se abram.

Esperança. A palavra de ordem desta época. Porque toda a azáfama, todas as tradições, todos os escapes, não passam de esperança disfarçada, por vezes irresponsável, outras vezes comedida. Esperança de que o ano inteiro seja de festa, vivido à margem dos problemas e da falta de dinheiro. Esperança numa vida mais fácil, menos solitária, com mais convívios. E todos têm a sua esperança pessoal, os seus desejos pessoais.

Infelizmente, há sempre os que ficam à margem. Os que foram abandonados, aqueles a quem a vida não sorriu, nem no Natal. Os esquecidos. Os doentes. Os esfomeados. Os idosos que estão sozinhos. Estes, que muitas vezes vivem debaixo dos nossos narizes, não sabem o que é o Natal. Não conhecem o lado material desta época. E a esperança por vezes os abandona, os deixa sozinhos na escuridão. Pois é, cada um trilha o seu caminho mas... sempre podemos ajudar-nos uns aos outros, de forma a que esse caminho não seja tão duro. O Natal deveria ser isso, apenas um pouco de esperança, de calor humano, de conforto, de amor, de carinho. E não a hipnose materialista que envolve os países desenvolvidos.

Deixo aqui estas palavras soltas, no dia em que chega ao fim a quadra natalícia. Que 2008 seja um bom ano para todos vós. Namaste.
publicado por LadyArwen às 21:37

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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Serás tu um Adulto Índigo?

por Wendy Chapman

Sim, podes ser um adulto índigo. Os adultos índigo não começaram a aparecer apenas agora; os números têm vindo a aumentar, sendo agora tantos que não os podemos continuar a ignorar. Serás tu um adulto índigo?

Note-se, no entanto, que eu (Wendy Chapman) sou a primeira pessoa a publicar algum material sobre os adultos índigo. Tudo o que ouvi falar e li antes de 2001 era que as crianças índigo começaram a chegar nos finais dos anos 70 e início dos anos 80. Recebi milhares de e-mails em 1999 e 2000, de pessoas que se diziam ser crianças índigo adultos. Essas pessoas tinham mais de 25 anos, e a maioria mais de 30, e tinham características muito semelhantes às das crianças índigo, umas mais outras menos. As diferenças em relação às crianças índigo iam surgindo nas cartas que recebia regularmente. Recolhi então toda esta informação e cheguei a uma lista de características de adultos índigo, publicada aqui em Fevereiro de 2001. A lista tem resistido ao passar dos anos, com dezenas de milhares de outras pessoas a reconhecerem-se nela e a escreverem-me. Estou verdadeiramente feliz pela minha contribuição que dei ao mundo! .

Características dos Adultos Índigos

  • São inteligentes, embora possam não ter tido as melhores notas na escola.
  • São muito criativos e adoram fazer coisas.
  • Precisam sempre de saber PORQUÊ, em particular quando se lhes pede para fazerem alguma coisa.
  • Detestavam e talvez tenham mesmo criado aversão a muito do trabalho repetitivo que lhes era exigido na escola.
  • Eram rebeldes na escola, na medida em que se recusavam a fazer os trabalhos de casa e rejeitavam a autoridade dos professores; OU então queriam muito revoltar-se, mas não se ATREVIAM, normalmente devido à pressão exercida pelos pais.
  • Podem ter, desde cedo, vivenciado depressão existencial e sentimentos de impotência, os quais podem ter ido desde tristeza a um desespero absoluto. Pensamentos suicidas, enquanto ainda se encontravam na escola secundária, ou até mesmo antes, são frequentes no adulto índigo.
  • Têm dificuldade com empregos no sector dos serviços. Os índigos resistem à autoridade e ao sistema hierárquico laboral.
  • Preferem posições de liderança ou trabalho independente, a funções em que tenham de trabalhar em equipa.
  • Têm profunda empatia pelos outros, apresentando, no entanto, intolerância para com a estupidez.
  • Podem ser de uma extrema sensibilidade emocional, incluindo chorar por tudo e por nada (sem barreira de protecção), ou serem o oposto e não revelar qualquer tipo de expressão emotiva (barreira de protecção total).
  • Podem ter problemas com a IRA.
  • Têm problemas com os sistemas que consideram obsoletos ou ineficazes, como por exemplo o sistema político, educativo, médico e jurídico.
  • Sentem alienação ou fúria para com a política; sentem que o que pensam não conta  e/ ou que o resultado não importa.
  • Sentem frustração com ou rejeição do sonho americano tradicional: trabalhar das 9 às 5, casar, ter 2,5 filhos, ter uma casa com jardim, etc.
  • Sentem ira quando são privados dos seus direitos; sentem medo e/ ou fúria perante o “Grande Irmão” que os observa.
  • Têm um desejo ardente de fazer algo para mudar e melhorar o mundo. Podem estar impedidos de fazer o que gostariam. Podem ter dificuldade na identificação do seu caminho.
  • Têm interesses psíquicos e espirituais desde muito cedo, antes ou durante a adolescência.
  • Tiveram poucos ou nenhuns índigos como modelo. No entanto, o facto de terem tido alguns não significa que não sejam índigos.
  • Têm uma grande intuição.
  • Têm um padrão de comportamento ou estilo mental aleatório (sintomas de Transtorno de Deficit de Atenção). Podem ter problemas de concentração em tarefas que lhes foram atribuídas; podem saltar de tema em tema no meio de uma conversa.
  • Tiveram experiências psíquicas, tais como ter premonições, ver anjos ou fantasmas, ter experiências fora do corpo, ouvir vozes, etc.
  • Poderão ser sensíveis à electricidade: os relógios de pulso não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passam por baixo delas, os aparelhos eléctricos funcionam mal e as lâmpadas fundem-se.
  • Podem ter consciência de outras dimensões e realidades paralelas.
  • São sexualmente muito expressivos e inventivos OU podem rejeitar a sexualidade por aborrecimento ou com o objectivo de obterem uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade.
  • Procuram o significado das suas vidas e a compreensão do mundo. Podem procurar consegui-lo através da religião ou espiritualidade, grupos e livros espirituais, grupos e livros de auto-ajuda.
  • Quando encontram o equilíbrio, podem-se tornar indivíduos muito fortes, saudáveis e felizes.


Note-se que qualquer pessoa poderá identificar-se com algumas destas características, mas os adultos índigo têm a maior parte ou todas estas características

publicado por LadyArwen às 10:08

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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

David Fonseca - Dreams in colour

Não são apenas artistas internacionais que merecem reconhecimento. Recentemente, tive o prazer de ouvir o novo álbum de um conhecido artista português, David Fonseca, intitulado "Dreams in colour", e fiquei positivamente supreendida. Em cima, fica uma pequena amostra deste álbum. Extremamente aconselhável.

 

 

 

 

melodia: David Fonseca - I see the world through you
publicado por LadyArwen às 17:28

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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Auto-estima: hoje és um gatinho ou um leão?



Hoje apetece-me falar daquela "hidra", bicho de sete cabeças que é a auto-estima. Apetece-me porque, como acontece com todas as pessoas, ela não é estável. Ninguém é capaz de ter sempre uma auto-estima "impecável".

Mas afinal de contas, o que é ter auto-estima? É sentir-se seguro, gostar de si, ter confiança em si próprio, confiança nas suas capacidades, amar a si próprio. Tudo isto é verdade... Mas se assim é, porque sempre que se fala em auto-estima é no sentido de melhorar a baixa auto-estima? Porque nunca oiço falar da auto-estima na positiva?...

E todos têm problemas com a auto-estima. Sim, têm, numa altura ou outra da sua vida, no seu dia-a-dia. Até mesmo aqueles que parecem tão confiantes e seguros de si duvidam de si às vezes, talvez até mais frequentemente do que quem não manifesta a sua confiança pessoal. Por vezes, o exibicionismo serve como fachada, como defesa, como máscara.

Se repararmos, somos incentivados a ter problemas de auto-estima, em todos os campos da nossa vida. Se as mulheres não tivessem tantos problemas de auto-estima, como é que as empresas de cosméticos "milagrosos" ou de produtos para emagrecer "rápido" teriam sucesso? Porque não se aceita na sociedade que somos todos diferentes, e não podemos ter as mesmas medidas, aparentar a mesma idade ou ter o mesmo dinheiro? Se não se promovesse a concorrência, a comparação, os estereótipos, como é que muitas indústrias prevaleciam, como o vestuário, que tenta impôr tamanhos ridículos a jovens adolescentes? Pois é... Nada passa dum jogo, duma teia complicada.

Só que esse jogo tem consequências graves. Leva todos os dias pessoas, mulheres e homens, à anorexia e bulimia, ao suicídio, à depressão. Tudo com um denominador comum: a baixa auto-estima, não gostar de si, não se sentir capaz, não querer continuar. E por mais que tentemos fugir, por mais que não "caiamos" na teia social, somos afectados indirectamente e directamente por estes factores, por imagens, por sons, por gestos, por palavras, por ideiais de beleza impossíveis, pela "perfeição" que não existe, pela ambição. E quem gostar de nós, gostará incondicionalmente e aceitará quem somos, ajudando-nos a ultrapassar os maus momentos. Nunca tentará nos mudar.

Basta estarmos num dia "mau", num dia em que sentimos que não devíamos ter saído da cama, e ouvirmos uma palavra menos gentil e sofremos, somos abalados. Basta sentirmo-nos "inchados e feios" por alguma razão e ouvirmos alguém próximo elogiar outra pessoa para ficarmos de rastos. Basta nos esforçarmos em alguma coisa e, em vez de ouvirmos uma apreciação sobre o que fizemos, ouvirmos críticas sobre o que não fizemos. Basta uma palavra, um pensamento, um gesto, para nos fazer duvidar... Quanto não estamos em paz connosco próprios.

Pois é, por mais que queiramos ser independentes, dependemos do contacto social com os outros... E não devíamos depender tanto. Porque é tudo uma questão de perspectiva. Perspectiva que pode levar-nos a sentir miseráveis, ou aprender a lidar com os nossos defeitos - porque ninguém é perfeito, não podemos fazer tudo bem e não existem ideais de beleza ou doutra coisa qualquer. E ninguém pertence a ninguém...

Se olharmos para tudo o que nos acontece com desconfiança, com negativismo... estaremos a caminhar para uma auto-estima vazia, reduzida, baixa. Se pelo contrário, reagirmos aos buracos da estrada com positivismo ou, pelo menos, com a sensação de que vai melhorar, de que é passageiro... estaremos a caminhar para a paz interior.

Qual a fórmula mágica? Não sei... Ainda não descobri. Mas sei que se não pensar no que correu menos bem, no que tenho de menos bom, os medos, as inseguranças, até aqueles comportamentos nefastos, meus e de outras pessoas, enfraquecem - a lei da causa-efeito. E um dia irão desaparecer... E nada melhor do que fazer algo do que gostamos, ter um tempo só para nós, respirar ar puro, relaxar. Porque o equilíbrio dita a auto-estima, a auto-estima está no equilíbrio pessoal e espiritual.

A paz interior exterioriza uma auto-estima forte e natural, sem necessidade de exibicionismo. O positivismo e a meditação são as chaves.
publicado por LadyArwen às 21:59

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